um pedido


(leia ouvindo essa música)

O pêndulo.

Te peço que o peso de se perder não te prenda. Ao lado oposto, peço que aprenda: não existe abismo. Te peço que o peso de me perder não me prenda. E quando, mesmo assim, eu te pedir pra me prender, Te peço pra me dar um chacoalhão, desses de remexer esqueleto, pele, bochecha e sobrancelha, que isso mude as certezas de lugar, e que me solte de minhas próprias amarras.

--- Olá! :))

Nos últimos tempos, venho pensado muito sobre como a gente acaba agindo em reação ao outro, desviando do que realmente acredita, de coração. Por medo e orgulho, muitas vezes, a gente não solta, não abre e não se abre, não usa a nossa presença pra deixar o ambiente mais descomplicado. A gente reclama, mas no fim, compactua pra que o atrito continue, e aquele climão fica ali: chato, pesado, um nó e muitas vezes, insuportável. Não seria muito mais gostoso se a gente pudesse levar o outro pra passear e olhar outros lados, ao invés de se agarrar à coisas tão pequenas? Vi essa entrevista do Gustavo Gitti na CBN, o que me fez clarear alguns pensamentos e pensar ainda mais. Recomendo. Essa semana eu voltei, e fiquei pensando sobre todos os próximos passos do meu trabalho. Muita coisa vem mudando, afinal que ano foi esse, né? Gosto desse período entre natal e ano novo onde tudo parece congelar ou andar em camera lenta, depois de um mês agitado como dezembro. Por aqui, tudo foi naturalmente decantando nos últimos dias e surgiram assim, algumas ideias borbulhantes. Essa última semana foi pra organizar tudo e logo, muito logo, eu apareço pra mostrar.

Um beijo e que a gente invente outras maneiras, Sil

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